Particularidades do risco em frotas paulistas
Frequência elevada de colisões urbanas de pequena monta, que pressionam a sinistralidade da apólice.
Diferenças relevantes de tarifação entre CEPs, mesmo dentro da mesma cidade.
Exigência mais frequente de rastreamento em determinadas regiões e perfis de veículo.
Trânsito de longa duração, elevando o desgaste e a exposição da equipe em campo.
Estacionamento em via pública em regiões críticas, com maior risco de furto e vandalismo.
Rodízio municipal e restrições de circulação, que influenciam o planejamento da operação.
