Casco aeronáutico
Protege a própria aeronave contra danos, conforme os riscos, limites e franquias contratados.

Cada helicóptero tem características e operações que precisam ser consideradas na contratação do seguro. O uso particular, o transporte remunerado, os locais de operação e os limites desejados podem mudar a análise do risco. A Vivax ajuda você a solicitar uma cotação e comparar as condições propostas para a aeronave.
“Seguro para helicóptero” pode reunir proteções diferentes. Entender cada uma evita lacunas na contratação.
Protege a própria aeronave contra danos, conforme os riscos, limites e franquias contratados.
Seguro de Responsabilidade Civil do Explorador ou Transportador Aéreo. Cobre danos a terceiros, passageiros, tripulantes e bagagem, nos limites da categoria e da operação. Não cobre o casco.
Limites adicionais de responsabilidade civil, que podem ser analisados além do RETA conforme a exposição da operação.
Proteções para ocupantes ou operações específicas, somente quando houver produto adequado e confirmação na proposta.
O RETA não protege o casco do helicóptero, e contratar casco não substitui o RETA.
Selecione uma ou mais opções. Sua escolha é enviada com o pedido.
Proprietários e operadores de helicópteros de uso particular ou empresarial, operações executivas, transporte remunerado (como táxi aéreo) e outras atividades específicas. A atividade declarada precisa corresponder à operação real — uma divergência pode comprometer a análise de um sinistro.
Atividades especiais, como voos panorâmicos, aeromédicos, filmagens ou carga externa, exigem avaliação própria de cada seguradora e não têm aceitação automática.
A análise pode considerar riscos durante o voo, o taxiamento, a permanência em solo e a guarda da aeronave. Nem toda apólice cobre todos esses momentos e eventos da mesma forma: limites, franquias e exclusões mudam de uma proposta para outra.
O RETA é o seguro de responsabilidade civil previsto no Código Brasileiro de Aeronáutica para o explorador ou transportador aéreo. Ele responde por danos a terceiros no solo, passageiros, tripulantes e bagagem, dentro dos limites aplicáveis à categoria e à operação.
Quando a exposição é maior que esses limites, é possível analisar uma responsabilidade civil facultativa, com limites adicionais. Na cotação, confira a categoria de registro da aeronave, a operação e os limites vigentes. As regras de helicópteros tripulados são diferentes das aplicáveis a drones.
Confira se há casco contratado, o valor segurado, a franquia e se a operação e o piloto estavam declarados.
Confira o RETA e eventual RC facultativa: limites, quem está segurado e a natureza do dano.
A seguradora precisa ser informada antes. Confira a cláusula de utilização autorizada e a necessidade de endosso.
Confira o âmbito territorial e as operações excluídas ou sujeitas a aprovação prévia.
Exemplos ilustrativos. A cobertura depende da apólice contratada e da análise da seguradora.
Não há preço padrão nem cotação instantânea. O prêmio depende do modelo e valor do helicóptero, ano de fabricação, utilização, experiência e perfil dos pilotos, histórico de sinistros, locais e tipos de operação, valor segurado, limites e franquias.
Você pode começar mesmo sem ter todos os dados.
Três etapas rápidas. Campos opcionais podem ficar em branco.
Sim. Helicópteros de uso particular podem ter RETA, casco e, se desejado, RC adicional. As condições dependem do modelo, do uso declarado e da análise da seguradora.
O Código Brasileiro de Aeronáutica (Lei 7.565/1986) prevê o seguro de responsabilidade civil do explorador ou transportador aéreo. Categoria, operação e limites aplicáveis devem ser conferidos no momento da cotação, com base na regulamentação vigente da ANAC e da SUSEP.
Não. O RETA é um seguro de responsabilidade civil. Danos à aeronave dependem de seguro de casco contratado separadamente.
O casco protege o helicóptero. A responsabilidade civil (RETA e RC facultativa) protege o explorador contra reclamações por danos causados a terceiros, passageiros ou tripulantes. Uma não substitui a outra.
Sim, é possível cotar apenas o RETA. Nesse caso, danos à própria aeronave ficam sem proteção de seguro.
Pode ser cotado, desde que a operação remunerada seja declarada e esteja regular. O uso declarado precisa corresponder à operação real; uso não informado pode comprometer a cobertura.
Operações como voos panorâmicos, aeromédicos, filmagens ou carga externa exigem avaliação própria. Não há aceitação automática.
Algumas apólices de casco preveem riscos em solo, taxiamento e guarda, outras limitam ou excluem situações. Confira a cláusula de riscos cobertos da proposta.
Sim, é comum. O credor pode exigir casco com cláusula de beneficiário. Confira as exigências do contrato de financiamento ou arrendamento.
A seguradora pode pedir habilitações, horas de voo totais e no tipo, treinamentos e histórico de ocorrências. Esses dados são solicitados na fase de análise, não no primeiro contato.
Não existe valor padrão. O prêmio depende de modelo, valor e ano da aeronave, utilização, perfil dos pilotos, histórico de sinistros, locais de operação, valor segurado, limites e franquias.
Informe a apólice atual e a data de vencimento com antecedência. Assim é possível comparar condições e evitar período sem cobertura.
Sim. Frotas podem ser analisadas em uma mesma negociação, com dados de cada aeronave.
Verifique franquias por tipo de dano, exclusões por uso não autorizado, piloto não declarado, operações especiais e território. O que não estiver previsto na apólice contratada não está coberto.
Vivax Corretora · CNPJ 49.523.991/0001-86. Aceitação, coberturas e condições dependem da análise de cada seguradora.