O que a seguradora avalia para formar o preço
Atividade da empresa: o CNAE e a operação real determinam o apetite e o nível de risco atribuído.
Localização: região, tipo de via, vizinhança e histórico de eventos climáticos e de furto entram na análise.
Construção do imóvel: alvenaria, estrutura metálica, cobertura e existência de instalações elétricas antigas influenciam a avaliação.
Valor do imóvel e do conteúdo: é a base dos limites da apólice e precisa refletir a realidade para evitar subseguro.
Estoque: volume, valor médio, sazonalidade e tipo de mercadoria armazenada.
Máquinas e equipamentos: quantidade, valor e importância para a operação.
Proteções existentes: alarme, CFTV, brigada, extintores, sprinklers e controle de acesso podem melhorar as condições.
Histórico de sinistros: ocorrências anteriores são consideradas na subscrição.
Coberturas e franquias escolhidas: ampliar o escopo eleva o prêmio; franquias maiores tendem a reduzi-lo.
