Por que o seguro cibernético virou indispensável em 2026
O Brasil é o segundo país mais atacado do mundo em ransomware e o quarto em vazamento de dados. A maioria das vítimas são pequenas e médias empresas — justamente porque investem menos em segurança e ainda assim concentram dados de clientes, fornecedores e colaboradores.
Um ataque típico de ransomware envolve criptografia de servidores, paralisação operacional, perda de receita, negociação com criminosos, recuperação de backups, notificação a clientes, comunicação à ANPD e, frequentemente, processos judiciais. Os custos somados ultrapassam facilmente R$ 500 mil — quando a empresa sobrevive. Boa parte fecha as portas em até 12 meses após um incidente grave.
O seguro cibernético é o instrumento que diferencia uma crise gerenciável de uma crise terminal. Ele paga a resposta, indeniza prejuízos e, sobretudo, dá acesso imediato a especialistas que sabem exatamente o que fazer.
